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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Neve.

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Niestévisky possui um vizinho muito desagradável, um homem chato, mau-humorado, ranzinza, grosseiro, enfim, um homem cheio de defeitos. Porém, de todos os defeitos que ele possui, o maior de todos, com certeza, é a implicância que ele tem com Niestévisky. Inacreditavelmente, o homem não acredita na superioridade intelectual, mística, física e etc, do nosso grande mestre.
O sujeito mora só, o que é plenamente compreensível, já que ninguém suportaria conviver com alguém como ele. Pois bem, como não tem nada para fazer com a sua vida, ele passa o tempo todo pensando em alguma maneira de prejudicar a mundialmente famosa e renomada fama do grande Niestévisky.
Certa vez, sem aguentar mais o ódio iconoclasta que domina a sua alma nefasta, o homem chegou a praticar um terrível atentado contra o mestre... bem, na verdade não foi um atentado tão terrível assim, e também não foi exatamente um atentado. O ataque consistiu em pichar uma frase denegrindo a honra de Niestévisky. Armado com uma lata de…

SE EU FALASSE A LINGUA DOS ANJOS...

O discípulo vem até Niestévisky e diz:

Discípulo: Mestre, fui a uma igreja evangélica ontem, dessas pentecostais.
Niestévisky: Foi fazer o que lá?
Discípulo: Fui buscar a esperança. Niestévisky: Mas por que você está desesperançado?!
Discípulo: Não, mestre, esperança é o nome da minha namorada!
Niestévisky: Ah, tá bom, mas quando é nome próprio você deve falar com letra maiúscula! Mas enfim, continue.
Discípulo: Desculpe mestre, eu sempre fui ruim de gramática. Mas então, como eu estava dizendo, fui lá buscar a ESPERANÇA...
Niestévisky: (voltando os olhos para o alto, e com uma expressão de desânimo) …é só a primeira letra que é maiúscula!...
Discípulo: Ops, foi mal, mas continuando, cheguei cedo demais e o culto ainda estava no meio. Como a porta estava aberta, resolvi entra para ver como era aquilo, já que eu não conhecia.
Niestévisky: Fez muito bem, devemos sempre conhecer outras formas de pensar.
Discípulo: Eu sei mestre, conhecendo outras formas de pensar nós podemos descobrir, e c…