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31 de jan de 2008

UMA BREVE ESPECULAÇÃO TEOLÓGICO-TRABALHISTA.

No início dos tempos, Deus criou um anjo chamado Lúcifer, mais um dia esse anjo acabou se rebelando contra o seu próprio criador. Como Deus não aceita insubordinação, e tampouco é dado a diálogos e argumentações, Ele achou por bem expulsar do céu, sumariamente, o anjo rebelado. Mas Lúcifer não foi embora sozinho, pois carregou com ele mais um monte de outros anjos igualmente insatisfeitos com o antigo Chefe.

Lúcifer e os outros anjos caídos foram parar no inferno, para sofrerem o tormento do fogo eterno. Lá, o Demônio (Lúcifer teve que mudar de nome por questões de direito autoral) comanda os demais anjos rebelados. Pois bem, aqui cabe uma pergunta: Se os outros anjos caídos se rebelaram contra Deus, que é um bom sujeito, por que eles não se rebelam contra o Demônio, que é um mau caráter?
Com toda a certeza não é pelo fato de que o Demônio pudesse fazer algo ruim contra eles, pois se fosse esse o caso, os anjos caídos teriam medo de se rebelar contra Deus, porque esse sim é especialista em castigar. Portando, o motivo só pode ser outro.

Refletindo a respeito, eu só posso chegar a seguinte conclusão: Deus pode ser melhor que o Demônio em todas as outras coisas, mas pelo menos em coisa uma Ele perde, o Demônio é um patrão muito melhor.

21 de jan de 2008

DIÁLOGO SOBRE TORNAR-SE DEUS

Discípulo: Oh grande mestre, é possível que um simples mortal se torne um deus?

Niestévisky: Claro que sim.

Discípulo: Mas e como se pode conseguir isso? Através da meditação, jejum, autoflagelação, sucessivas reencarnações?

Niestévisky: Nada disso, é preciso apenas uma caneta e um papel.

Discípulo: Mas como isso é possível, mestre?!

Nistévisky: Simples, pegue a caneta e trace uma reta sobre uma folha de papel. Como uma reta é constituída de infinitos pontos, você estará criando o infinito, e quem pode criar o infinito senão um deus?

8 de jan de 2008

A VERDADE ÚLTIMA DE TODAS AS COISAS.

Discípulo: Oh grande sábio, diga-me mestre dos mestres, o senhor já descobriu a verdade última de todas as coisas?

Nistévisky: Claro que sim!

Discípulo: E o senhor poderia me dizer qual é?

Nistévisky: Infelizmente eu não posso, meu caro pupilo.

Discípulo: Mas por que, oh grande entre os grandes, será que é porque eu ainda não estou preparado para tal revelação?

Niestévisky: Não, é que a verdade que eu descobri só dá pra um.

2 de jan de 2008

!!!!!!DIÁLOGO SOBRE O MESTRE NUM DIA DE FÚRIA!!!!!!

Discípulo: Mestre, oh gigante entre os grandes, e maior ainda entre os anões, diga-me, o que o senhor acha do racismo?

Niestévisky: Sou a favor!

Discípulo: Mas contra quais raças?

Niestévisky: Sou contra apenas uma, a raça humana!

Discípulo: mas mestre, eu nunca imaginei que o senhor fosse um misantropo!

Niestévisky: Ma non troppo. Na verdade, eu normalmente não sou nem racista nem misantropo, mas é que hoje eu acordei de mau humor!

UM DOS MELHORE NEGÓCIOS DO MUNDO.

Com toda a certeza absoluta, coisa que, aliás, apenas a minha enorme sabedoria pode garantir, um dos melhores negócios que alguém pode fazer neste planeta é o seguro de vida. Pensando rapidamente a respeito, até que ele pode dar a impressão de não ser tão grande coisa assim, mas é. Para descobrir a verdade, basta seguir o meu raciocínio:

Pensando friamente, você faz um seguro de vida para garantir o sustento da sua família, ou seja, para assegurar o padrão de consumo dos seus entes queridos, enquanto eles não encontram alguém para substituí-lo, o que é um ato louvável da sua parte. Mas quem faz um seguro de vida dificilmente leva em consideração a questão subjetiva e subconsciente de tal ato.

Na verdade a assinatura de um seguro de vida nada mais é do que o seguinte: Você vai até a seguradora e diz para o corretor que você acha que vai morrer num prazo menor do que um ano, e que está tão certo disso que está até mesmo disposto a apostar.
Ele, num gesto de incrível amor ao próximo e de fé no ser humano, afirma não acreditar que você morrerá tão logo, afinal de contas, você ainda é muito jovem e parece tão saudável e cheio de vida. E ainda diz mais, afirma que a fé que ele tem em você é tão grande que até está disposto a aceitar a aposta.

Sendo da vontade das duas partes, a aposta é feita através de um documento chamado apólice de seguro, que terá a duração de uno. Durante este tempo, você terá a reconfortante certeza de que existe alguém no mundo, ao menos uma pessoa, que se importa de verdade com a sua vida e espera, de todo o coração, que você continue vivo.
Ora, quem não ficaria feliz com uma coisa dessas? Imagine a alegria que pode te proporcionar o fato de que todas as manhãs você acordará com a certeza de que alguém está desejando que nada de mal, ao menos nada mortal, te aconteça!

Só isso já seria suficiente para justificar a minha afirmação sobre as vantagens de fazer um seguro de vida, mas não é só isso, ainda tem mais.

O seguro de vida é uma das poucas coisas no mundo, senão a única, na qual, aconteça o que acontecer, você sempre sairá ganhando.
Pois veja, se você morrer, terá uma dupla alegria, receberá o dinheiro da aposta e ao mesmo tempo terá provado para o corretor que você estava certo, e ter razão, mesmo numa desgraça, sempre faz bem ao ego.
Por outro lado, se você não morrer, terá um tristeza, é verdade, a de ter perdido a aposta, mas ao mesmo tempo terá a indescritível alegria de ainda continuar vivo.
Além disso, se o fato de perder uma aposta te deixa muito chateado, não se preocupe, basta continuar apostando que um dia você ganha.



(este artigo foi gentilmente patrocinado por: N & Mr Tom Seguradora)